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bulling
Vamos acabar com o bulling nas escola?
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  Bulling 
Várias história de bullying

  Histórias!

A minha história é o seguinte: Tenho 24 anos e durante quase todo o meu percurso escolar fui vítima de bullying. Os meus agressores sempre foram diferentes de ano para ano. No 1º e no 2º anos da primária era vitima de um colega meu que era 1 ou dois anos mais velho do que eu. A minha família não sabe mas esse colega e mais outro até tentaram abusar sexualmente de mim, só que eu consegui fugir. Depois no 3º ano fui estudar para um externato e aí as minhas agressoras eram três colegas minhas, ou melhor uma e as outras duas eram uma espécie de escravas dela, que faziam tudo o que ela mandava. Elas faziam quase tudo: a que era a chefe tentava intimidar-me, só uma delas é que queria ser minha amiga, só que a outra não a deixou. Lembro-me que uma vez numa festa de carnaval na escola não queriam que uma colega nossa que estava no primeiro ano me emprestasse a maquilhagem. Até tinham chegado ao ponto de me roubarem o material escolar (os marcadores), mas não tinha como provar que as coisas eram minhas. Os meus amigos eram a turma do 4º, os rapazes do 3º ano e algumas pessoas do 1º e do 2º ano. os professores não sabiam o que haviam de fazer. Quando passei para o 4º ano fiquei lá na escola na 1ª parte do primeiro período e fiz o resto do ano numa pequena escola primária numa terra onde o meu avô trabalhava antes de se reformar. Aí nessa escola eu dava-me bem com os meus colegas, porque eles eram os meus companheiros de brincadeiras quando ia visitar os meus avós. O único problema era a professora dessa escola, acho que ela sentia que tinha sido castigada por ter ido dar aulas numa terra tão pequena! e como eu era um bocado viva, tornei-me na vítima preferida da professora. Lembro-me duma vez de ela tinha deixado todos os meus colegas irem almoçar, mas a mim só me deixava sair quando resolvesse um problema de matemática, e quanto mais insistia para ela deixar-me ir almoçar, mais ela dizia que não, até que finalmente deixou-me ir embora. A meio do caminho encontrei a minha avó e ela deu-me um estalo porque estava muito preocupada comigo e pensava que eu tinha atrasado de propósito para a hora de almoço. Quando eu contei a ela o que se tinha passado a minha avó arrependeu-se logo do que me tinha feito e pediu-me desculpa. Outra situação que se tinha passado nesse ano lectivo foi o facto de me terem falsamente acusado de ter colocado raticida nos nossos copos que usávamos para bocejar os dentes no fim da hora do almoço. O 5º ano foi o pior da minha vida, na minha turma estavam alguns dos meus amigos de infância e aqueles com quem eu tinha andado na primária, pensava que se fosse mais divertida e mais engraçada me achariam piada. Mas revelou-se totalmente o contrário: era maltratada tanto dentro como fora da minha turma por algumas pessoas; aqueles que eu julgava que eram meus amigos viraram-se contra mim, na minha turma havia uma ou duas raparigas que andavam a arranjar intrigas só para eu ficar mal vista. Fiquei muito desiludida com algumas pessoas que eu julgava que eram minhas amigas. Passei de ano e fui viver para outra terra. No 1º período do 6º ano estive no limite de perder a minha sanidade mental. Quando mudei de escola colocaram-me numa das turmas mais problemáticas da escola. O problema era as aulas de música: aí eu era vítima de dois rapazes e um deles era repetente. Fizeram de tudo: desde baterem-me dentro da sala de aula, mal o professor virava as costas, até chegarem ao ponto de um dia esconderem as minhas coisas (nesse dia tinha tentado fazer queixa deles no conselho executivo, mas fui impedida por uma auxiliar de acção educativa, ela em vez de me apoiar levou-me de volta para a sala de aula). A directora dessa turma dizia-nos para não nos metermos uns com os outros, mas era impossível. Cheguei mesmo faltar às aulas de música só para fugir às agressões e refugiava-me na biblioteca. Um dia estive sozinha com essa directora de turma e contei toda a verdade do que eles me faziam, contei também que um dia à saída da aula que eles tinham tentado agredirem-me mas a minha sorte foi que uma professora ia a passar e impediu-os de fazerem isso. Ela depois confrontou-os e eles diziam que era sempre mentira. Havia também o problema que eles eram superprotegidos pelo resto da turma, não sei dizer se era por amizade ou se era por medo. Cheguei mesmo quase a ser agredida por algumas das raparigas dessa turma. Mas corri o mais rápido que pude até à porta do refeitório onde estava uma fila de alunos para ir almoçar e eles impediram que elas também me agredissem. Em casa também cheguei a receber uma carta da escola a dizer que corria o risco de chumbar, não tinha motivação nenhuma, mas tentavam ajudar-me no que podiam, principalmente a minha avó, ela tinha encorajado a apresentar queixa deles no conselho executivo, mas quando me puseram frente a frente com um deles, simplesmente perdi a coragem, foi por medo. Até que finalmente conseguir mudar de turma, onde eu encontrei aqueles que são até hoje os meus melhores amigos, apesar de continuar a ser vítima de bullying, tanto desses dois rapazes da minha ex-turma, como de um grupo de rapazes do 8º ou 9º ano. Estive assim até ao final desse ano. até que a nossa recebeu durante 3 anos uma rapariga de outra terra e alguns de nós tínhamos sido vítimas dela: desde ela andar à briga com algumas raparigas da minha turma, até mesmo tentar cortar os pulsos em plena sala de aula, numa espécie de chantagem psicológica. Bem, estivemos juntos até irmos para a escola secundária, alguns foram para áreas diferentes e outros para outras escolas. A turma onde me colocaram nem era boa nem era má. Mas por problemas pessoais acabei por chumbar de ano e alguns deles também, até que vieram pessoas de outros sítios e juntaram-se a nós e estávamos a dar-nos bem uns com os outros. Até que quando a nossa turma passou para o 11º juntou-se com outra turma e foi aí que os problemas começaram novamente: intrigas e mais intrigas. Desta vez não houve violência física. Havia mais exclusões ou até mesmo discriminações. O conselho que dou a todos que sofrem de bullying que não tenham medo, desabafem com os vossos pais e professores, porque é isso que os vossos agressores querem, que vocês tenham medo deles! Os professores também devem estar mais preparados para este tipo de problemas, não podem nunca serem passivos. e tanto os pais das vitimas como dos agressores têm que estar mais atentos ao que se passa na vida dos vossos filhos, porque eles podem ter graves problemas e vocês não dão problemas. É preciso ir ao fundo deste problema e tentar resolvê-lo, quanto mais pressão e mais união houver provavelmente deixará de existir bullying em toda a parte. E já agora, parabéns ao vosso site, isto é um bom caminho para resolver este problema.


Ana , 24 anos

 

Não, não estou na escola, mas lembro que por ser o mais inteligente da turma de ginásio aos 10/ 12 anos, era discriminado sim, mas lidei mas ou menos muito com a coisa, apanhava e batia, era companheiro de todos e hoje vejo, singeleza a segmento que sou uma pessoa realizada e com uma vida mais interessante do que a maioria dos meus colegas da epoca. Aliás nem penso nisso, unicamente vi a termo em uma pergunta e resolvi saber mais acerca ela. Valeu pessoal !!!!

 

 

 

Marcos! significa quebreira, zombaria. Eu tive esse problema na escola pela minha quesito financeira na quadra . Fui aprovada em um vistoria admissional e acabei ficando naquele escola, sofrí muitas humilhações por não ter o que os outros alunos tinham: roupas de marca, sapatos de marca, mochilas da voga, uniforme de bom tecido, etc... Todos riam e zombavam de mim... Até o diretor um dia me humilhou em frente a todos os alunos de minha sala, porque eu estava com uma blusa velha que não era de velo, eu sofrí muito e até hoje isso me marca muito, esse diretor arrancou minha blusa em frente de todos, e eu fiquei aquele dia morrendo de insensível, era um dia indiferente e pluvial. Quase não tinha amigos alí , eu tinha unicamente 10 anos e meu pai e minha mãe não conseguiram me ajudar por falta de esclarecimentos. Se isso acontecesse hoje eu denunciaria o diretor da escola, porque não se faz isso com uma garoto indefesa.... Para terminar o relato peguei uma caxumba e terminei o ano sendo reprovada pelo encolhimento que tive, esse belo exemplo de diretor não deixou que eu fizesse as provas que perdí, aquele varão era um carrasco. Isso se labareda bulling, tolerar humilhações, zombarias... Hoje graças á Deus e com o aprendizagem de vida , sou uma pessoa que sei respeitar meu próximo seja ele pobre ou rico, sou abençoada por Deus em todos os sentidos e agradeço por isso todos os dias, mas as marcas ficam. ...

 

 

 

Relato de uma aluna

Tudo começa com ofensas, palavras, que nos magoam, até que tudo ultrapassa os limites. Batem, agridem, roubam, excluem, chegam até a ameaçar-te na tua casa. Tudo isto é horrível. Falo pela minha experiência. Fui vítima de Bullying. Ando no 9º ano e mesmo assim não me escapo. Até colegas da mesma turma. Conto-lhe isto para ver que não vale a pena sofrer em silêncio, muito pelo contrário. Agrediam-me durante as aulas (iam de puxões de cabelos, a chapadas, etc.). Mas superei esta experiência, pois já no 5º ano tinha sido vítima de Bullying. Tudo começou numa aula em que uma professora, teve de ir buscar umas fichas ao seu cacifo e nesse dia disse: "Hoje ocupem os lugares que quiserem", mas houve um problema e um colega meu sentou-se no meu lugar e eu disse: "Aí é o meu lugar". Essa pessoa partiu logo para a agressão verbal, fazendo troça com a minha aparência física. Fui seguida, fui rejeitada, fui acusada de ser mentirosa, por dizer verdades. Até que chegou ao ponto que me foram ameaçar a casa. Tive que aguentar esta situação até o fim do ano lectivo. Até que depois de muito batalhar, e até ter sido enviada para o hospital, com uma crise de nervos, confundida com uma apendicite, consegui mudar de turma. Ultrapassei tudo com a ajuda dos meus pais, e da minha família. Por denunciar a minha situação, foi tudo resolvido mais rapidamente, e se possível com castigo, para o bullie.
É por isso que eu aconselho, a que todas as pessoas vítimas de bullying desabafem, tudo aquilo que lhes acontece. E aos pais e encarregados de educação, que tenham atenção ao comportamento dos seu filhos ou educandos, pois muitas vítimas sofrem em silêncio, mas isso manifesta-se no seu comportamento, por exemplo, se o seu filho, for um aluno de boas notas e de repente, diminui-las; Se ele de noite tem pesadelos em que grite "SOCORRO", "NÃO ME BATAM", "LARGUEM-ME"; e muitas outras situações, "investigue", pois muitas das vezes, podem ser as típicas vítimas de bullying que sofrem em silêncio.

 

 

 

"Todos, ou quase todos nós somos vítimas da implicação de alguém que nos é, ou não, chegado.

Na altura em que começamos a atingir a puberdade, uma série de transformações em cadeia ocorrem, as quais vão alterar a nossa maneira de ser e de pensar.

Efectivamente, mudamos o nosso aspecto físico e, acima de tudo, a nossa maneira de pensar e de agir enquanto ser individual e enquanto ser incluído num grupo.

Devido a essas mudanças incontroláveis, quando era adolescente fui várias vezes discriminada. A menina de olhos azuis com corpo de mulher, diferente da maioria das meninas da sua idade, era mal vista pelos pares. Muitas vezes era discriminada e marginalizada pelos colegas de turma, maioritariamente pelas meninas, mas como tinha acabado de mudar de casa e de Distrito fui-me deixando andar, sem fazer grande caso. E foi assim que superei essa forma de bullying social.

Passados tantos anos ainda considero este tipo de agressão verbal mais perigoso do que a agressão física. Deixa marcas profundas e muitas vezes irreparáveis. Contudo, o meu conselho para quem passa por isso é: erga a cabeça e olhe o mundo de frente. "

 

A professora,

Rita Leme

 

 

 

Tudo começou na primero ano, as crianças me provocavam e eu reagia, mas não era numa intensidade tão grande. Na segundo ano foi aumentando as provocações, eu simplesmente não sabia ficar calada, eu revidava mesmo então quase sempre estava envolvida em brigas. Como eu gritava, corria atrás das pessoas que me gozavao, começaram a falar que eu a “louca” da escola, a minha fama foi se espalhando (Era uma escola um tanto pequena) e todos me conheciam como a “doida”, a “doente” Crianças que nem eram da minha sala, que nunca sequer tinham falado comigo vinham me apontar, me gozar na hora do recreio. Eu não tinha amigos, não tinha paz, sempre estava brigando….Por onde eu passasse alguém me gozava.. Chegou uma época que isso foi me atingindo, me magoando de tal forma que eu queria acabar com tudo isso e não sabia como.

Então eu tentava ignorar as provocações, parei de revidar, me tornei uma menina quase muda, eu tinha vergonha de falar qualquer coisa, pois tudo que eu dizia era motivo pra caçoarem de mim. Eu mal tinha coragem de olhar para a cara das pessoas, tinha nojo de mim mesma e me achava um lixo.. Eu passava os recreios isolada num canto e mesmo assim sempre tinha um otário que vinha me gozar, mas como eu não tinha mais forças para revidar, partiram para agressão física. Isso mesmo agressão física!!!!!!! Eu estava lá quieta no meu canto e sempre tinha um que vinha me bater e gozar eu não tinha mais ação pra nada. Me tornei uma “morta-viva”, não tinha mais a mínima vontade de estudar. Era uma escola inteira contra uma só aluna.

. Uma covardia extrema. Muitas vezes as “tias” (expectoras de alunos) presenciavam as crianças me provocando e NÃO FAZIAM NAAAADAAAAAA. E ainda achavam que eu que era a “encrequeira”, já que eu sempre estava envolvida em brigas, mas se eu estava envolvida em brigas era porque  eles me provocavam e eram provocações pesadas que envolviam agressão física sem eu fazer absolutamente NADA.
O descaso que os casos de bullying são tratados nas escolas me revolta, sempre arrumam um jeito de culpa a vítima.Até que um dia veio uma pirralha da quarta série me gozado (Nem essa idiota me respeitava, eu era tratada como o “saco de pancadas e diversão”até por gente que eu não conhecia), como eu nem respondia, ou seja, “não tinha graça”, a idiota pegou um pedaço de pau e me bateu, eu logicamente não fiquei quieta, corri atrás dela e quando a alcancei ela me bateu de novo com pau, eu tomei o pau dela e bati nela. Fui parar na diretoria, segundo a diretora era uma “covardia” bater numa menina menor do que eu, eu me justifiquei dizendo que ela me bateu primeiro e foi com um pedaço de pau, eu comecei a falar que TODOS naquela escola me perseguiam mesmo sem eu FAZER NADA e soltei a seguinte frase em meio as lagrimas e a revolta :”O DIA MAIS FELIZ DA MINHA VIDA VAI SER QUANDO EU SAIR DESTA MALDITA ESCOLA”

Então a diretora (que no fundo achava que era EU o problema) disse que eu deveria sair da escola naquele dia mesmo o.O Foi exatamente isso que eu fiz, mudei de escola.

Na nova escola ninguém me conhecia, então eu pensava que os dias de bullying tinham acabado, mero engano. Embora fosse numa intensidade bem menor que na antiga escola, eu ainda sofria. É incrível como as pessoas que sofrem bullying “atraem” esse tipo de coisa, mesmo que seja num lugar que ninguém as conhecem.. Na minha sala tinha um grupo de 7 meninas, uma delas me chamou pra conversar , acabamos virando amigas e acabei virando “membro” do grupo. Três delas viviam cochichando e caçoando de todo mundo, inclusive de mim.. Elas não faziam “nada” comparado ao que as pessoas faziam na antiga escola, embora isso me machucasse muito. Como eu disse o grupo era de 7 meninas, uma delas era minha amiga, as outras 3 me gozavao e as outras não megozava , embora eu tenha demorado para fazer amizade mesmo com elas. Depois acabei virando amiga também destas duas que até me defendiam daquelas 3 idiotas, o grupo era meio que dividido: as 5 amigas (eu, a primeira menina que fiz amizade e as outras ) e as 3 idiotas que caçoavam de mim. Acabou o ano, no ano seguinte a primeira menina que fiz amizade mudou de período e para completar eu cai numa sala diferente das outras. Tudo estava começando de novo, nova sala… Novas pesssoas..

Nesta sala tinha algumas que começaram a me gozar por eu ser “estranha” (Creio que é porque eu era MUITO tímida, eu falava pouco.. Eu tinha um certo medo de me expor, consequências (trauma) do bullying da ex-escola…) Na hora do intervalo eu ainda ficava com as meninas da minha ex-sala, aguentava as emjorias das 3 idiotas, mas ficava lá pelas minhas amigas e eu também não queria ficar sozinha.. Passou alguns meses e uma das minhas amigas (que era minha melhor amiga) saiu da escola porque  se mudou de cidade. A minhas outras amiga já não eram mais as mesmas, a gente não tinha mais tanto assunto e tinha entrado uma menina nova na sala dela que elas fizeram amizade e elas conversavam muito mais com ela… E mais, nós nem éramos mais da mesma sala, então alguns assuntos que elas falavam eram da sala e eu estava totalmente por fora, mas eu continuava la na hora do intervalo para não ficar sozinha, embora eu estivesse sozinha do mesmo jeito de certa forma…A minha presença era totalmente ignorada.Depois de uns meses resolvi me afastar delas, cansei…Algumas pessoas da minha sala ainda me gozavam , mas eu nem respondia, pois eu tinha medo da situação da ex-escola voltar. Chorava escondido, era péssimo. Tinha uma menina que era amiga das bullies e sempre me defendia, ela dizia que não era justo que fizessem isso e sempre me apoiava, embora as bulllies continuassem..
Diziam que eu era “mongol” e etc..

Eu conversava às vezes com algumas meninas, elas eram amigas das bullies, elas não megozam, mas também não faziam nada em relação à isso. Depois de bastante tempo acabei me tornando amiga dessas meninas que eu conversava de vez em quando, então elas passaram a me defender dessas amigas bullies delas.O ano acabou e para minha sorte as meninas bullies foram para outra sala, então não me gozam mais, nem no intervalo. Sempre tinha uma ou outra pessoa que ainda me gozava, mas era bem menos e eu nem ligava mais porque eu tinha amigas.. Era diferente, eu não me sentia mais tão sozinha, então nem dava mais atenção pros idiotas. Passei a falar mais, me soltei mais, já conseguia olhar na cara das pessoas… ) Depois de um tempo umas das bullies, que era amiga das minhas amigas, então conversava com a gente às vezes na hora do intervalo estava nos contando que uma menina maloqueira estava a perseguindo mesmo sem ela fazer nada.. Eu fiquei só observando, ate que ela disse que tinha feito a mesma coisa comigo antes (E disse que eu não mongol e sim tímida) e me pediu desculpas. Nestas alturas elas já nem me gozava mais, a gente conversava normalmente embora não fossemos amigas, mas essa foi a primeira vez que essa admitiu estar errada antes. Por fim eu conversava com essas bullies e outras delas tambem  acabaram pedindo desculpas…
Terminei o ensino médio e tive alguns anos legais na escola para compensar a grande parte (Maioria) dos anos ruins.

Fui muito descriminada na minha época de escola por causa da minha cor, dos meus cabelos, por ser quieta vários motivos os bullying arrumavam para me humilharetc.

 

Historia 2

começou a pouco tempo, quando estava na 4º ano (hoje estou na 6º)…
Na 4º havia um grupinho de 7 meninas, do qual eu até então achava que eram minhas amigas. Quando fiquei sabendo que elas não queriam me colocar no grupo pois nao fazia o perfil delas , pois eram todas bonitas e patricinhas, fiquei muito triste e convivi com essa tristeza até o fim da 4º.
Na 5º foi a mesma história, mais com pessoas diferentes e gozo maiores. E foi no mesmo ano em que meus pais se separaram , minha mãe percebendo minha tristeza muito grande, foi até a escola e a diretora recomendou uma psicológa. O tratamento me ajudou muito.
Mais na 6º estava tudo ótimo quando eu estudava em uma escola e adorava, era muito bem recebida, aceitada, e todos gostavam muito de mim , era mto querida! mas minha mãe resolveu comprar uma casa em um bairro muito distante deste, e pediu minha transferencia para outro colégio. E então começou novamente o meu transtorno, minha mãe parou com o meu tratamento por falta de recursos finaceiros
e nesse colégio tudo é muito diferente , é horrivel … me gozavam, falam que eu sou feia, que pareço um homem nao tenho bunda e que querem me bater. Eu não tenho ninguém e preciso de ajuda urgente… O que devo fazer ? por favor me ajudem !
estou muito deprimida e meus pais não se dão conta disso, falo que quero sair do colegio e eles não ligam ! Além disso minhas notas estão caindo muito e nao tenho mais vontade de fazer nada, nem mesmo de sair de casa, tenho medo que as pessoas tenham a mesma reaçao que as do colégio.

 
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